A data-base recompõe perdas e assegura condições justas para ensinar, pesquisar e servir à sociedade.
Negar esse direito é retirar poder de compra e desvalorizar o serviço público. Não é “aumento”: é reposição do que foi perdido — e essa diferença pesa no cotidiano, no planejamento de vida e na permanência de profissionais qualificados.
Defender a data-base é defender dignidade.
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