A sobrecarga docente não termina na sala de aula. Ela avança sobre o tempo de descanso, aumenta a jornada de trabalho e pode impactar diretamente a saúde de quem sustenta o ensino, a pesquisa e a extensão.
Os dados apresentados mostram uma realidade que precisa ser enfrentada com recomposição do quadro docente, valorização da carreira e condições dignas de trabalho.
Defender a saúde de professoras e professores também é defender a qualidade e a autonomia das universidades públicas.








